Viajar com animal de estimação de avião: regras da ANAC, LATAM, GOL e Azul
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Viajar com animal de estimação de avião: regras da ANAC, LATAM, GOL e Azul

Juliano Thomas
Escrito porJuliano Thomas
Publicação28 de set. de 2026
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13 min
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Viajar com animal de estimação de avião exige duas confirmações diferentes: a sanitária, que depende do Brasil e do país de destino, e a operacional, que depende da companhia aérea e do voo. Não basta comprar sua passagem e chegar com a caixa de transporte: o serviço pode ter vagas limitadas, peso máximo, medidas específicas, restrições de rota e prazo próprio de solicitação.

Índice

Este guia explica a regra da ANAC, os documentos nacionais e internacionais, a diferença entre cabine, porão e carga e as políticas publicadas por LATAM, GOL e Azul. Smiles é o programa de fidelidade da GOL: para levar o pet em um voo emitido com milhas Smiles, valem as regras da GOL que opera o trecho, não uma regra separada da Smiles.

Resumo: para cães e gatos em voo nacional, tenha atestado sanitário de veterinário inscrito no CRMV e comprovante de vacinação antirrábica válido; reserve a vaga do pet antes; meça e pese o animal junto com o contêiner; e confirme a regra do voo que realmente será operado. Em voo internacional, some os requisitos do destino e o certificado veterinário internacional emitido/chancelado pelo MAPA.

O que a ANAC determina — e o que fica a cargo da companhia

A Portaria ANAC nº 12.307/2023, atualizada na página da Agência em outubro de 2025, não cria um peso máximo nacional nem obriga toda empresa a aceitar pet. Ela permite que a empresa ofereça o transporte na cabine ou no compartimento de bagagem e carga, dentro do contrato de transporte.

Regra da ANAC O que ela significa para o tutor
Informação clara antes da compra Se a companhia oferece o serviço, deve informar franquia de peso, volumes, espécies aceitas, valores e procedimento de despacho.
Capacidade e segurança podem limitar o serviço A empresa pode restringir quantidade ou negar o transporte por capacidade da aeronave, falta de espaço na cabine, emergência ou segurança operacional.
Comprovação sanitária no despacho O responsável deve apresentar os requisitos de saúde animal aplicáveis e submeter o animal à inspeção de segurança.
Recusa por descumprimento Se documentação, caixa, comportamento, peso ou regra contratual não forem atendidos, o embarque pode ser recusado.
Dano durante o transporte A empresa deve indenizar o passageiro nos termos da Resolução ANAC nº 400/2016; documente o estado do animal e faça o registro imediatamente.

Na prática, isso elimina um erro comum: uma reserva humana confirmada não significa que o pet está confirmado. O serviço do animal precisa aparecer na reserva, estar disponível naquele voo e passar pela conferência física no aeroporto.

Documentos para viajar com pet dentro do Brasil

Para cães e gatos em trânsito nacional, o MAPA informa que não é exigida GTA (Guia de Trânsito Animal). O animal deve estar acompanhado de atestado sanitário emitido por médico-veterinário inscrito no CRMV da UF de origem, comprovando a saúde e o atendimento das medidas sanitárias, com destaque para a imunização antirrábica.

  • Atestado sanitário: peça ao veterinário já com a rota e a data em mãos. A validade pode depender do documento e da companhia; não presuma que a regra de uma empresa vale para outra.
  • Comprovante de vacina antirrábica: leve a carteira/certificado legível e válido. O MAPA aponta a vacinação antirrábica como requisito sanitário central para cães e gatos.
  • Documento do responsável e reserva do pet: confira se o nome do passageiro, o trecho e o serviço contratado estão corretos.
  • Outras espécies: aves, coelhos, furões, iguanas e outros animais têm regras diferentes; o MAPA informa que, em geral, exigem GTA e espécies silvestres podem demandar autorização do Ibama. Não use a lista de cães e gatos como se fosse universal.

Há requisitos adicionais próprios das empresas. A Azul, por exemplo, informa atestado de saúde emitido em até 10 dias antes da viagem para seu Pet na Cabine. Isso é uma condição da Azul, não uma autorização para afirmar que “todo atestado nacional vale 10 dias”.

Viagem internacional: comece pelo país de destino, não pela passagem

Para sair do Brasil, o ponto de partida é a página do MAPA/Vigiagro para o país de destino. O documento sanitário internacional pode ser CVI (Certificado Veterinário Internacional) ou CZI (Certificado Zoossanitário Internacional), conforme o modelo e o acordo aplicável. A página oficial alerta que os manuais mudam por destino e que podem ser exigidos microchip, sorologia de raiva, tratamentos antiparasitários, vacinas e autorizações de importação.

Não deixe para a semana do voo. Alguns países contam prazos a partir da data do microchip, da vacina ou da coleta de sorologia. Um exame correto, feito fora da janela exigida, pode não servir. Para a saída do Brasil, a documentação nacional — atestado de saúde e antirrábica válida — continua necessária, mas não substitui o documento internacional e as exigências do destino.

Etapa O que confirmar Erro que impede a viagem
País de destino Manual do cidadão, idade mínima, microchip, vacina, sorologia, antiparasitário, quarentena e porto/aeroporto de entrada. Comprar o voo antes de saber se o país admite o animal naquela data.
MAPA/Vigiagro Tipo de certificado, veterinário habilitado quando aplicável, canal de solicitação e prazo. Confundir CVI/CZI ou apresentar dados diferentes dos documentos do pet.
Companhia operadora Cabine, porão/carga, rota, conexão, raça, caixa, reserva e cobrança por trecho. Olhar apenas a companhia que vendeu a passagem, ignorando a empresa que opera o voo.
Retorno ao Brasil Documento aceito pelo Brasil e exigências sanitárias de ingresso. Planejar somente a ida e descobrir no exterior que falta documento para voltar.

Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido, Austrália, Galápagos e outros destinos podem ter exigências muito específicas. A própria LATAM cita regras do CDC para cães que entram nos EUA; a Azul informa restrição temporária para cães saindo do Brasil rumo aos EUA. Essas condições são voláteis: consulte a autoridade do destino e a companhia antes de emitir ou alterar a passagem.

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Cabine, porão ou carga: qual é a diferença?

Modalidade Como funciona Quem costuma se encaixar Atenção
Pet na cabine O animal permanece fechado no contêiner, sob o assento à frente do tutor durante o voo. Cães e gatos pequenos que atendem peso, idade e dimensões. Não é permitido ficar no colo ou solto. Há assentos e saídas de emergência incompatíveis.
Compartimento inferior / porão O animal viaja em kennel próprio, em área destinada a transporte de bagagem/carga, quando a empresa oferece esse serviço. Pets que excedem a regra de cabine e atendem rota, peso, raça e caixa. Nem toda companhia oferece o serviço; há restrições de clima, aeronave, conexão e raças braquicefálicas.
Carga especializada É uma contratação logística distinta da passagem do passageiro. Outras espécies, animais maiores ou situações fora do serviço de passageiro. Não confunda com “pet despachado”; a operação, reserva, custo e prazo podem ser outros.

A capa deste artigo mostra um cachorro sentado na poltrona como ilustração editorial. Na viagem real, pet comum não pode ocupar o assento: quando aceito na cabine, ele deve ficar dentro do contêiner, acomodado sob o assento à frente, salvo regra específica para cão-guia ou cão de serviço.

LATAM: regras publicadas para viajar com cachorro ou gato

A LATAM aceita cães e gatos em voos operados exclusivamente por ela; conexão com outra empresa ou trecho em codeshare pode inviabilizar o serviço. O pet deve estar saudável, dócil, não sedado e ter pelo menos 16 semanas. Em origem ou destino nos Estados Unidos, a idade mínima publicada é 6 meses.

LATAM Regra publicada
Cabine Caixa rígida: até 36 × 33 × 19 cm. Bolsa flexível: até 40 × 28 × 25 cm. O animal deve ficar em pé sem tocar o teto, girar e se mover naturalmente.
Classe/itinerário Cabine Economy ou Premium Economy; apenas operação LATAM, sem codeshare.
Porão É possível quando o pet excede a cabine, sujeito a avaliação, rota, aeronave, peso, caixa e confirmação da LATAM.
Limites no porão A319/A320/A321: até 32 kg (pet + caixa) em voos até 4 h e 23 kg em voos de 4 a 5 h. B767/B777/B787: até 45 kg, com exceções de 32 kg para Europa, Argentina e Venezuela.
Restrições Raças perigosas ou braquicefálicas não são aceitas no porão; a caixa pode ter até 300 cm lineares e 115 cm de altura.
Solicitação Cabine: até 4 h antes da saída. Porão: depois da compra e até 48 h antes; em rotas internas no Brasil, a página informa janela de até 60 dias antes da partida.

Veja a fonte da LATAM sobre transporte de animais antes de reservar. Se a passagem for emitida com pontos, as regras do voo não mudam: consulte também nossos guias de como usar milhas LATAM Pass e de cancelamento e reembolso LATAM Pass para evitar perder uma emissão caso o pet não seja confirmado.

GOL e Smiles: Dog&Cat Cabine, GOLLOG e restrições

A Smiles não opera aeronaves; o transporte do pet em uma emissão Smiles segue a política da GOL se a GOL operar o trecho. No serviço Dog&Cat Cabine, a página da GOL informa cães e gatos de até 12 kg somando animal e caixa, contratáveis durante a compra ou em Minhas Viagens.

  • Preço doméstico publicado: R$ 200 por trecho/pet com mais de 48 horas de antecedência e R$ 250 com menos de 48 horas. Preço é por trecho, não por ida e volta.
  • Onde o contêiner fica: sob o assento à frente; primeira fila e saída de emergência não são autorizadas.
  • Rotas: o Dog&Cat Cabine não está disponível para voos com origem ou destino em Fernando de Noronha, Estados Unidos e Europa. Caracas tem limite de 6 kg com caixa.
  • Porão: a página informa que o Dog&Cat + Espaço, para até 30 kg, está suspenso. Não anuncie esse serviço como alternativa disponível sem checar novamente.
  • GOLLOG Animais: é operação própria de logística, com reserva mínima de 48 h e regras próprias; não é substituto automático do serviço de cabine.
  • Apoio emocional: a GOL informa que não realiza o transporte de animais de assistência emocional como categoria especial. Cão-guia/cão-ouvinte têm regras distintas.

Em uma emissão com milhas, trate a confirmação do pet como condição anterior à emissão não reembolsável. Consulte nosso guia de como usar milhas Smiles se precisar comparar os trechos, mas confirme a vaga do Dog&Cat antes de concluir a operação.

Azul: Pet na Cabine, peso, caixa, custo e rotas

A Azul informa que não transporta pet no porão; para animais de estimação, o serviço é Pet na Cabine. São aceitos somente cães ou gatos a partir de 4 meses, até 10 kg somando animal e contêiner. Cada passageiro pode levar um pet.

Azul Pet na Cabine Regra publicada
Preço Brasil e América do Sul: R$ 300 por trecho. EUA/Europa: R$ 790 em Economy e R$ 1.575 em Business, com valores em moeda estrangeira previstos na página para pontos de venda correspondentes.
Contêiner Máximo de 20 cm de altura, 31,5 cm de largura e 43 cm de comprimento.
Material Rígido de fibra ou plástico resistente; flexível impermeável com hastes internas de metal. Madeira e palha não são aceitas.
Durante o voo O animal fica no contêiner na sala de embarque, voo e desembarque; viaja sob o assento à frente.
Vagas Até 3 pets por voo no Brasil; até 5 em voos internacionais, conforme a divisão de cabines publicada.
Restrições Não disponível em voos Azul Conecta ou em voos operados por companhias parceiras. Passageiro menor desacompanhado e passageiro com criança de colo não podem ser responsáveis pelo pet.
Check-in Apresente-se com 2 h de antecedência no Brasil e 3 h no exterior.

A página oficial da Azul Pet na Cabine informa ainda que cães saindo do Brasil para os Estados Unidos estão temporariamente suspensos por determinação sanitária do CDC; gatos seguem com regras próprias. Para Paraguai, por exemplo, a Azul lista CVI, vacina antirrábica válida e atestado de até 10 dias. Isso mostra por que é incorreto usar uma lista internacional única para todos os países.

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Como escolher e preparar a caixa de transporte

Compre o contêiner depois de escolher a companhia e a rota. O produto pode ser ótimo para carro e ainda assim reprovar no avião por altura, material ou fecho. Faça o teste em casa: o animal precisa entrar sem ser forçado, ficar de pé, girar e deitar com conforto.

  1. Meça altura, largura e comprimento externos da caixa, incluindo estrutura, alças e rodas quando existirem.
  2. Pese o animal já dentro do contêiner. O limite informado pelas empresas normalmente soma os dois.
  3. Confira material, ventilação, base absorvente e trava. Não improvise com caixa aberta, bolsa sem estrutura exigida ou fecho frágil.
  4. Deixe o contêiner aberto em casa por dias ou semanas, com manta e petiscos, para construir associação positiva.
  5. Faça deslocamentos curtos e só então aumente o tempo. O objetivo é o pet descansar na caixa, não apenas tolerá-la em pânico.

Checklist: da compra da passagem ao embarque

  1. Antes de emitir: confirme companhia operadora, conexão, elegibilidade da rota, serviço disponível e total de peso/medidas.
  2. Reserve o pet: não espere o check-in; registre o serviço e guarde o protocolo/recibo.
  3. Leve ao veterinário: avalie aptidão para voo, vacinas, documentação e estratégia de adaptação. Não medique por conta própria.
  4. Documentação: monte uma pasta física e digital com atestado, vacinação, certificados internacionais e contatos.
  5. 48 a 72 horas antes: reconfirme voo, aeronave, serviço do pet e eventual mudança de rota ou operador.
  6. No aeroporto: chegue no prazo mais conservador da companhia, faça atendimento presencial e apresente todos os documentos.
  7. Após o voo: observe o animal, guarde comprovantes e, se houver dano ou divergência, registre a ocorrência antes de sair do aeroporto.

Saúde, alimentação, sedação e bem-estar

O veterinário é quem deve avaliar se o animal está apto a voar. A LATAM proíbe pet sedado; outras empresas também podem restringir sedação por riscos respiratórios e de resposta em altitude. Não administre calmante por recomendação de internet. Discuta raça, idade, doenças cardíacas/respiratórias, ansiedade e alimentação com o profissional que acompanha o pet.

Evite transformar o voo em estreia total: acostume o animal à caixa, mantenha identificação no contêiner e leve material absorvente. Chegue com tempo, mas evite jejum ou rotina alimentar sem orientação veterinária. O objetivo não é “fazer o pet dormir”; é reduzir estímulo e manter segurança.

Se a companhia recusar o embarque ou houver problema

Quando a recusa ocorrer por documento vencido, caixa incompatível, excesso de peso ou falta de reserva, a empresa pode negar o transporte. Quando houver negativa por contingência operacional, a Portaria da ANAC prevê assistência ao passageiro e animal nos termos do contrato e da legislação. Peça a razão por escrito, registre nome/data/protocolo, fotografe a caixa e os documentos e avalie alteração ou reembolso conforme a tarifa e o caso.

Se houver dano durante o transporte, faça o protesto imediatamente no aeroporto e guarde fotos, laudo veterinário, cartão de embarque, comprovante do serviço e protocolos. Para uma viagem que também envolva hospedagem ou saúde do tutor, veja como funciona seguro viagem pago ou do cartão; não presuma, porém, que ele cobre despesas veterinárias do pet — leia as condições específicas da apólice.

Regra final: não transfira, compre ou emita uma passagem em pontos antes de confirmar a viabilidade do pet no voo. A disponibilidade da poltrona humana e a disponibilidade do serviço para o animal são coisas diferentes.

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Perguntas Frequentes (FAQ)

Para cães e gatos em trânsito nacional, o MAPA exige atestado sanitário emitido por veterinário inscrito no CRMV e comprovante de vacinação antirrábica válida. A companhia aérea pode exigir prazo e documentos adicionais; leve também a confirmação da reserva do pet.
Não. A Portaria ANAC nº 12.307/2023 permite que a empresa ofereça o transporte na cabine ou no compartimento de bagagem/carga, mas cada companhia define espécies, peso, contêiner, preço, vagas, rotas e procedimentos. A empresa deve informar essas condições de forma clara quando oferece o serviço.
Não. Smiles é o programa de fidelidade. Em um voo operado pela GOL, inclusive quando a passagem é emitida com milhas Smiles, valem as regras de transporte de animais da GOL e a confirmação do Dog&Cat Cabine.
GOL informa até 12 kg somando pet e caixa no Dog&Cat Cabine. Azul informa até 10 kg somando pet e contêiner. Na página consultada da LATAM, as dimensões da caixa e a adequação do animal são detalhadas; confirme o limite aplicável diretamente na solicitação da sua rota, pois a empresa avalia o serviço por voo.
Não para o serviço de animal de estimação. A Azul informa que seus pets viajam na cabine, sob o assento à frente, dentro do contêiner. O serviço não está disponível em voos Azul Conecta nem em voos operados por parceiras.
Não para um pet comum. Nas regras de cabine, o animal deve permanecer dentro do contêiner sob o assento à frente durante o embarque, voo e desembarque. Cães-guia e cães de serviço seguem normas próprias.
Não faça isso sem avaliação do veterinário. A LATAM informa que o pet não pode viajar sedado, e a sedação pode representar risco, especialmente para animais com condição respiratória. O veterinário deve avaliar a aptidão e orientar qualquer cuidado.
Além do atestado de saúde e comprovante antirrábico, o animal deve atender as exigências do país de destino e obter o documento sanitário internacional aplicável, como CVI ou CZI, pelo MAPA/Vigiagro. Microchip, sorologia, antiparasitário, idade e quarentena variam por destino.
Peça a razão da recusa por escrito, guarde protocolos, fotos e documentos. Se a causa for regra não atendida, como caixa, peso ou documento, a empresa pode recusar o transporte. Em contingência operacional, a companhia deve assegurar assistência segundo contrato e legislação; confira alteração ou reembolso da passagem e do serviço.

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Juliano Thomas

Autor(a) no Cartões e Viagens
Juliano Thomas é um educador financeiro e especialista em cartões de crédito, milhas aéreas e viagens. Ex-militar do Exército Brasileiro e servidor público aprovado em diversos concursos, ele se destacou por transformar sua experiência em finanças pessoais em um negócio digital voltado para ajudar pessoas a viajarem mais e melhor, aproveitando os benefícios dos cartões e das milhas

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